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O primeiro passo de um estúdio

Na prestigiosa senda dos estúdios Tonko House LLC, fundados por Daisuke (Dice) Tsutumi e Robert Kondo, um novo grupo de artistas abandonou recentemente os estúdios de animação Disney. Os Taiko Studios foram fundados por Shaofu Zhang, cuja animação é já conhecida do grande público desde a sua estadia na Sony Pictures Imageworks, em produções como Hotel Transylvania. Após a Sony, Zhang juntou-se à equipa de Big Hero 6 nos estúdios Disney, onde permaneceu durante as produções de Zootopia e Moana. Vencedor do importante Student Academy Award em 2011, o animador rodeou-se sabiamente de talento à sua altura quando decidiu abrir os Taiko Studios: o Director Artístico Bobby Pontillas e o experiente Chefe de Desenvolvimento de Produção Andrew Chesworth, ambos ex-Disney, também.
One Small Step é a história de Luna, uma menina sino-americana cujo sonho maior é ser astronauta. Profundamente emblemático do salto de fé dos próprios criativos do novo estúdio, o filme é uma homenagem ao poder de iniciativa daqueles que tentam tornar sonhos realidade. A marca identitária é o estilo do próprio Pontillas, fortemente marcado por ilustração digital mas traduzido habilmente para estructuras CGI de duas e três dimensões.
Na casa das máquinas, a Supervisora de CGI Joy Johnson garante a qualidade das armações digitais a partir das quais as personagens são construídas e animadas, pelas quais foi galardoada com o seu trabalho em Frozen (Disney, 2013).
A produção do novo estúdio estende-se de L.A. a Wuhan, na China, onde o veterano Erik Lee lidera uma equipa de jovens animadores.
One Small Step chegará aos seus primeiros festivais em 2018. Eis o primeiro teaser:

04 Janeiro
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Ouro, Prata e Bronze

Revisitando um ano como o que acabou, torna-se impossível ignorar um permanente contra-ponto às histórias de intransigência, no geral, e de misoginia, em particular. Uma das maiores faces dessa reacção foi, talvez, o modo como a presença e celebração femininas ocuparam áreas do mainstream que há muito se assumem e apresentam como território hostil, ou, pelo menos, desadequado.
Um aspecto pragmático óbvio é o box-office dos candidatos a blockbuster do mercado americano e este ano, os três grandes vencedores têm protagonistas femininas. Tal alinhamento não acontecia desde 1958. Enquanto caía em chamas sobre a terra Sputnik e os primeiros Hula Hoops começaram a rodopiar, Elisabeth Taylor incendiava Cat on a Hot Tin Roof.

Em 2017, Rey, interpretada por Daisy Ridley, encabeçou a mega-produção de Star Wars: The Last Jedi, o mais recente episódio do universo criado por George Lucas, sob o qual pesava enorme antecipação e cuja história assentou em grande parte na presença de personagens femininas. Belle, nas mãos de Emma Watson, cujo aprendizado em grandes produções foi forjado na série Harry Potter, é a principal personagem da versão live-action de Beauty and the Beast. Por fim, em Wonder Woman, Gal Gadot deu corpo e voz à icónica super-heroína sob a direcção de Patty Jenkins, coroadas ambas com os louros de criarem a única produção recente to universo DC com apreciação universal.

O analista Paul Dergarabedian comparou a relação entre estas heroínas e a misoginia com a reacção do cinema dos anos 60 e 70 à Guerra do Vietname. Aguardam-se novos feitos lendários para 2018.

03 Janeiro
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